Caminhão a Gás (GNL/GNC) vale a pena? A matemática por trás do "Ágio"

Renovar a frota adotando veículos movidos a GNL (Gás Natural Liquefeito) ou GNC (Gás Natural Comprimido) é o maior debate nas diretorias das transportadoras modernas. O apelo é forte: o gás costuma ser substancialmente mais barato que o diesel. Mas o investimento inicial também é maior.

Entendendo o Ágio (Premium)

A aquisição de um caminhão a gás zero km envolve um "ágio" sobre o valor do veículo similar a diesel. Se o caminhão a diesel custa R$ 850 mil e o GNL R$ 1,1 milhão, existe um gap de R$ 250 mil.

"A pergunta que o CFO deve fazer não é 'qual o preço do gás?', mas sim: 'A economia diária paga o aumento na parcela do financiamento?'"

A Armadilha do Payback Simples

Dividir o valor do ágio pela economia de combustível do mês é um erro amador. Para analisar a viabilidade real, é preciso aplicar a Tabela Price no financiamento da frota. Você não está pagando R$ 250 mil a mais, está pagando R$ 250 mil + a taxa de juros do banco ao longo de 60 meses.

Além disso, é fundamental subtrair o Valor Residual de Revenda. Ao fim do período, o caminhão a gás devolverá uma quantia diferente de capital ao caixa em relação ao modelo a diesel.

Matemática de CFO, na sua tela.

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