Na logística, o que não é medido é gasto. E poucas métricas são tão subestimadas quanto o KM Morto atrelado ao abastecimento em postos rodoviários.
O que o odômetro não te conta
Imagine que sua frota precise desviar 15 km da rota principal para chegar a um posto conveniado que oferece um bom desconto. Em uma frota de 50 caminhões abastecendo três vezes na semana, estamos falando de milhares de quilômetros vazios por mês.
E a conta não para no combustível queimado. Você precisa incluir:
- O custo da hora do motorista: Tempo de fila, manobra e emissão de nota na bomba.
- Desgaste e Manutenção: Pneus e óleo rodando sem gerar receita.
- Risco de Acidente: A exposição desnecessária em trechos urbanos ou de rodovias perigosas.
A matemática do Ponto de Abastecimento Próprio
"A verdadeira economia de um tanque no seu pátio não está apenas no preço do litro negociado com o TRR, mas na eliminação sumária do KM Morto."
Quando a transportadora contabiliza essas horas perdidas, o Payback de uma obra de infraestrutura de abastecimento próprio despenca de 4 anos para poucos meses.
Quantifique o seu desperdício
Simule o cenário do seu Ponto de Abastecimento considerando toda a operação logística.
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